Sexta, 05 de Março de 2021
87 996048999
Brasil Covid 19

Na ONU, Ernesto Araújo contesta medidas de restrição contra a covid-19

Araújo disse ainda que há uma “maré crescente de controle da internet por diferentes atores, movidos por objetivos econômicos ou ideológicos, que precisa ser detida”. Segundo ele, as redes sociais estão sendo utilizadas para perseguição ideológica.

22/02/2021 14h33
8
Por: Redação Fonte: Poder 360
© Sérgio Lima/Poder360 O chanceler Ernesto Araújo participou de sessão anual do Conselho de Direitos Humanos da ONU (Organização das Nações Unidas) ao lado da ministra Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos)
© Sérgio Lima/Poder360 O chanceler Ernesto Araújo participou de sessão anual do Conselho de Direitos Humanos da ONU (Organização das Nações Unidas) ao lado da ministra Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos)

O ministro Ernesto Araújo (Relações Exteriores) contestou medidas de restrição para o combate à covid-19 na 1ª sessão da reunião anual do Conselho de Direitos Humanos da ONU (Organização das Nações Unidas), na manhã desta 2ª feira (22.fev.2021).

“Sociedades inteiras estão se habituando à ideia de que é preciso sacrificar a liberdade em nome da saúde. Não se pode aceitar um lockdown no espírito humano”, afirmou o chanceler, fazendo referência às políticas de isolamento social para evitar a disseminação do novo coronavírus.”

Araújo disse ainda que há uma “maré crescente de controle da internet por diferentes atores, movidos por objetivos econômicos ou ideológicos, que precisa ser detida”. Segundo ele, as redes sociais estão sendo utilizadas para perseguição ideológica.

“O grande desafio de hoje é aquilo que chamo de ‘tecnototalitarismo’; do bloqueio de plataforma e sites até o controle de conteúdo e informações, das medidas judiciais e leis que criminalizam atividades online até o emprego abusivo equivocado de algoritmos”, declarou.

A ministra Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos) também discursou durante o evento. Destacou a prioridade concedida a grupos vulneráveis na campanha de vacinação do governo federal contra a covid-19: “Em 2021, garantimos a vacinação prioritária da população idosa, realizada em paralelo com a dos profissionais de saúde e povos tradicionais”.

“Indígenas, quilombolas e povos isolados foram beneficiados por mais de 700 mil cestas básicas para que se mantivessem em suas localizados, longe de áreas de contaminação”, disse.

Damares também se posicionou contra o direito ao aborto. Afirmou que o Brasil “continua firme na defesa da democracia, da liberdade, da família e da vida a partir da concepção”.

 

Nenhum comentário
500 caracteres restantes.
Comentar
Mostrar mais comentários
* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.